23 de novembro de 2017

ADORAÇÃO DA SANTÍSSIMA TRINDADE


            Adorar a Santíssima Trindade é estabelecer um contato, uma comunhão com Ela, e professar e proclamar o reconhecimento de Sua  divindade. Deus é Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Cada pessoa divina é Deus, e portanto merece e lhe é devida a adoração. Ao mesmo tempo, sendo a Trindade um Deus só, Ela merece ser adorada, reconhecida como Deus, como o Deus verdadeiro.
            Como podemos dirigir a nossa adoração a cada uma das Pessoas da Trindade em particular, podemos, também dirigi-la à três Pessoas ao mesmo tempo. Com o olhar do coração voltado para as três Pessoas, lhes dirigimos a nossa adoração, a nossa proclamação de Sua divindade. E a partir de então, sentindo-nos na presença da Trindade, que é Deus, nós proclamamos as suas glórias, os seus louvores, as suas honras e as suas dignidades.
            Nas palavras de nossa adoração podemos iniciar, proclamando a grandeza da Trindade em seus atributos divinos. Podemos glorificar e louvar porque a Trindade é o Deus Único, Uno e Trino, e verdadeiro. Podemos glorificar proclamando a eternidade divina, ou seja, que a Trindade é o Deus eterno, que sempre existiu e jamais deixará de existir. Proclamamos que a Trindade é o Deus imortal, cuja existência misteriosa existirá para sempre. Proclamamos que a Trindade é onipresente, exatamente por ser Deus, está presente em todos os lugares ao mesmo tempo. Professamos que a Trindade é onipotente, ou seja, tem todo poder para realizar o que for de sua vontade. Louvamos e bendizemos à trindade por sua divina misericórdia. Professamos que a Trindade é onisciente ou seja, tudo sabe, conhece todas as coisas. Dessa forma, percorrendo todos os atributos, qualidades e virtudes divinas, as atribuímos às três pessoas, ao mesmo tempo. Esta é a adoração realizada, olhando para a Trindade, por aquilo que ela é em Si mesma.
            Podemos adorar a Trindade a partir de suas obras na criação, na redenção e na santificação. A criação é obra da Trindade: o Pai criador criou todas as coisas por meio de Sua Palavra que é o Filho. O Filho criou todas as coisas pelo poder do seu Espírito Criador. Então podemos percorrer todas as maravilhas da criação, e por causa delas, adoramos, louvamos e bendizemos a Trindade Santa. A criação nos oferece assunto para muita adoração, glorificação, louvar e ação de graças à Trindade.
            A redenção e salvação da humanidade é obra da Trindade Santa. O Pai determinou a realização da salvação da humanidade, por meio do seu Filho. Este, em obediência à vontade do Pai abraçou a causa da salvação, a realizou por meio de sua vida, paixão, morte e ressurreição, e prossegue nessa obra por meio de sua ação na Igreja. O Espírito Santo colaborou decisivamente na obra de Jesus, e Ele é o agente continuador da redenção, na caminhada da história. Ao mesmo tempo o Espírito Santo, pelos méritos de Jesus, e por vontade do Pai, realiza a santificação do povo de Deus.
            A Santíssima Trindade merece toda adoração, todos os dias, em todos os séculos, até a eternidade.

16 de novembro de 2017

ADORAÇÃO A JESUS CRISTO


              Aos católicos praticantes, a adoração a Jesus Cristo é muito bem conhecida, principalmente a adoração a Jesus sacramentado, exposto visivelmente sobre o altar.
              Para que esse ato de culto, tão comum, seja uma verdadeira adoração, é preciso que os adoradores, antes de tudo, se deem conta que estão diante de Jesus Cristo, que é Deus. O que torna esse ato de culto uma verdadeira adoração é o reconhecimento e a proclamação da divindade de Jesus. Proclamar publicamente que Jesus é Deus, que Ele é Deus como o Pai e como o Espírito Santo, que como Deus merece toda glorificação, engrandecimento, exaltação, acolhimento e obediência. É preciso que o adorador se sinta diante de um Deus, diante do Deus verdadeiro a quem deseja adorar.
              Criada esta consciência e atmosfera, todas as demais manifestações de louvor, de ação de graças, de engrandecimento, de exaltação, de submissão, de acolhimento,  de pedido de perdão, bem como os cantos, as orações espontâneas, as leituras bíblicas, todas essas atitudes tornam-se manifestações de adoração, porque dirigidas Àquele que é Deus, filho de Deus Pai.
A adoração a Jesus sacramentado é um momento privilegiado de amadurecimento e crescimento da fé nEle. Por tudo aquilo que declaramos na adoração, vamos ressoando as verdades de nossa fé, o que faz com que nós nos solidifiquemos sempre mais sobre as verdades de nossa fé.
A adoração a Jesus sacramentado faz crescer o nosso amor para com Ele. Por tudo aquilo que meditamos sobre a Pessoa e as qualidades do Senhor Jesus, por todas as Suas obras que recordamos e, por elas, nós O exaltamos, fazemos crescer nossa admiração e encantamento por Jesus, crescemos em nosso amor pessoal para com Ele. O crescimento  no amor de Jesus, nos leva a procurarmos com mais empenho o aperfeiçoamento de nossa resposta de amor, e a busca da santidade.
A adoração produz em nós o desejo de viver com mais radicalidade a nossa vida cristã, na obediência à Palavra de Deus e aos mandamentos divinos.
Outro fruto da adoração é o estímulo que recebemos na busca da conversão maior para o amor de Deus e dos irmãos. Esse estímulo nos induz a abandonar todo pecado, de modo especial a criarmos horror a todo pecado mortal, já que ele rompe as relações de amizade com Deus. Passo seguinte, somos induzidos a eliminar de nossos corações todas as tendências que chamam para o pecado: orgulho, egoísmo, inveja, vaidade, preguiça, gula, ira, ódio, ressentimento, sensualidades, consumismos, avareza e tantas outras.
O contato com Jesus na adoração nos estimula a um crescimento permanente em nossa vida interior, e a partir dela, em todos os nossos relacionamentos.

É preciso dizer que a adoração a Jesus Cristo, pode ser realizada também sem uma exposição solene ou simples de Jesus Eucarístico, ou diante do sacrário fechado. Podemos adorar Jesus em nossa casa, em nossa sala, ou em outro ambiente nobre onde haja possibilidades de se realizar uma oração piedosa.

27 de outubro de 2017

ADORAÇÃO AO ESPÍRITO SANTO

            Talvez nunca tenhamos feito meia hora, ou apenas quinze minutos de adoração ao Espírito Santo. Não aprendemos a fazê-la. Em nossas comunidades católicas não se fazem adorações ao Espírito Santo. Talvez se façam momentos breves de oração, invocando o Espírito Santo. Apenas isso.
            Porque o Espírito Santo é Deus como o Pai e como o Filho Jesus, a nossa primeira atitude diante dEle deve ser de adoração. Adorá-lo porque Ele é Deus. Glorificá-lo e bendizê-lo porque Ele é Deus. Aceitá-lo como Deus. Rendermo-nos a Ele como ao nosso Deus. Amá-lo como se deve amar um Deus. Ter por Ele todo respeito como se deve respeitar a Deus.
            Onde encontramos o Espírito Santo a fim de podermos adorá-lo? Como Deus, Ele é omnipresente ou seja, esta presente em todos os espaços, em todos os lugares. Podemos adorá-lo numa igreja, numa capela, no oratório de nossa casa, em algum lugar aconchegante na natureza, num jardim. Mas de modo privilegiado nós o encontramos e podemos adorá-lo em nosso coração.
            O Espírito Santo mora em nosso coração, desde o dia do nosso batismo. Se tivemos a graça de nunca cometer um pecado mortal, Ele sempre esteve presente em nós. Como seria importante conscientizarmo-nos dessa verdade: “o Espírito mora em meu coração”.
Diz a Escritura: “Não sabeis que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?* Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá. Porque o templo de Deus é sagrado - e isto sois vós.* (1Cor  3,16-17). Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, o qual recebestes de Deus e que, por isso  mesmo, já não vos pertenceis? (1 Co 6,19)
            Para fazer essa adoração, precisamos entrar em nosso ser mais íntimo, que chamamos de “coração”, para colocarmo-nos diante dEle, para fazermos comunhão com Ele, e então adorá-Lo. Declaramos inicialmente que O reconhecemos como Deus, O proclamamos, O adoramos, nos rendemos a Ele, como ao nosso Deus. Diante de sua Pessoa divina nós o glorificamos como membro da Trindade, como nosso santificador pessoal. O glorificamos por sua obra na Igreja, no Papa e pelo Papa, nos bispos, nos padres e por meio deles no povo de Deus. Nós o adoramos e glorificamos por sua obra realizada em Jesus, na Virgem Maria, em todos os Santos que estão no céu, no coração de todos os fiéis católicos. O adoramos e bendizemos por suas bênçãos e obras realizadas em nossa vida pessoal, em nossas famílias, em nossas comunidades.

            A adoração ao Espírito Santo nos leva a conhecê-lo sempre mais e melhor, e faz crescer nossa amizade para com Ele. Quanto mais nós nos habituarmos a adorá-lo, mais ele agirá em nossa vida, e poderemos experimentar a sua ação em nossas vidas.

13 de outubro de 2017

ADORAÇÃO AO PAI ETERNO


A adoração é uma forma de culto à divindade, no qual se reconhece e se proclama que Deus é Deus, que Ele é o ser supremo, que Ele tem todas as virtudes e qualidades em grau divino, portanto, perfeitíssimas.
Adorar o Pai celeste é entrar em contato com Ele, é estabelecer uma comunhão com Ele, reconhecendo-O como Deus Pai, proclamando-O como Deus Pai, bendizendo-O por Ele ser Deus, glorificando-O por seus atributos, virtudes e qualidades divinas, declarando-O como o Deus único, verdadeiro, Uno e Trino, Pai eterno.
            O Deus de Jesus Cristo, o Deus dos cristãos, o Deus que se revelou, é Uno e Trino. É Trindade. É Pai, é Filho e é Espírito Santo. Portanto, a cada Pessoa divina, por ser Deus, se Lhe atribui o culto de adoração. O Pai deve ser adorado porque é Deus. O Filho deve ser adorado porque é Deus. O Espírito Santo deve ser adorado, porque é Deus.
            O Pai eterno merece o culto de adoração por que é o Deus que gerou o Filho na eternidade, e porque dEle procede o Espírito Santo, igualmente na eternidade
            Para adorar o Pai eterno não é preciso estar numa igreja ou numa capela, diante de Jesus Eucarístico exposto no sacramento. Essa adoração pode ser realizada em qualquer lugar nobre, onde possamos estar em oração, como: numa igreja ou capela, na sala de nossa casa, no oratório de nosso lar, num belo lugar ao ar livre em meio à natureza.
            O que faz desse culto uma verdadeira adoração é a intenção interior de entrar em comunhão espiritual com o Pai, com o desejo de reconhecê-lo como Deus, proclamá-lo como Deus Pai, aceitá-lo como Deus Pai, e rendermo-nos a Ele como ao Deus verdadeiro
.           Na adoração ao Pai eterno sempre iniciamos proclamando, glorificando, exaltando, acolhendo a sua divindade, e rendermo-nos a Ela. A partir dessa proclamação da divindade do Pai, prosseguimos proclamando que Ele é o Pai criador de todas as maravilhas que existem nos Céus, no universo e na terra. Proclamamos que Ele é o Pai criador que nos criou à sua imagem e semelhança. Louvamos, glorificamos e bendizemos pelo Seu divino amor para conosco, amor que providencia só coisas boas, todos os dias de nossa vida. Proclamamos e agradecemos porque Ele nos enviou seu Filho, Jesus, como nosso Salvador pessoal, porque nos enviou o Espírito Santo como nosso santificador. Louvamos ao Pai eterno porque, por meio de Jesus, nos deu a Igreja com toda a sua doutrina santa, com os sete sacramento, com a hierarquia, com a revelação da nossa vida eterna e da glória celeste.
            Nessa adoração ao Pai eterno, O louvamos e Lhe agradecemos por toda a riqueza de nossa família: o tesouro de nossos pais e irmãos, a bênção dos nossos avós e bisavós, a riqueza que são nossos familiares. O louvamos e agradecemos por nossa vida, nossa saúde, nossos dons espiritual, psicológicos e físicos, por nossos bens materiais.
            Todas essas glorificações, porque são dirigidas ao Pai eterno porque é Deus, se tornam a verdadeira adoração ao Pai.


4 de outubro de 2017


Por que Nossa Senhora insiste tanto na Oração do Rosário?

Em 1945 os americanos lançaram a bomba atômica sobre duas cidades japonesas: Nagasaki e Hiroshima. Nesta última, num raio de um quilômetro e meio do centro da explosão, ficou tudo arrasado e todos os habitantes morreram carbonizados. A casa paroquial, com oito moradores jesuítas, que distava apenas 800 metros da explosão, ficou de pé e os seus moradores ficaram ilesos.

O Pe. Hubert Shiffer era um deles e tinha então 30 anos. Depois viveu mais 33 completamente com saúde e nenhum dos moradores da casa sofreu as conseqüências da radioatividade. Ele contou a sua experiência no Congresso Eucarístico da Filadélfia (EUA) em 1976. Então todos os membros daquela comunidade ainda viviam.

O Pe. Shiffer foi examinado e interrogado por mais de 200 cientistas e não puderam explicar como, no meio de milhares de mortos, ele e seus companheiros tinham podido sobreviver. O Pe. Shiffer afirmou que centenas de cientistas e pesquisadores por vários anos continuaram a investigar por que a casa paroquial não foi atingida quando tudo ao redor ficou arrasado. E o padre explicou, dizendo: "Naquela casa se rezava todos os dias, em comum, o Santo Rosário. Por isso, foi protegida por Nossa Senhora".

Nossa Senhora, a partir principalmente de Lourdes, dá uma ênfase toda especial à oração do Rosário. Em Lourdes aparece sempre com o ROSÁRIO. Em outras aparições, pede sempre que se reze o Rosário. Em Fátima, em cada uma das aparições, ela insiste: "Rezem o ROSÁRIO DIARIAMENTE".

Em Medjugorje, desde o início, pede que se reze o Rosário. Em 14/08/84, ela diz: "Eu gostaria que cada dia se rezasse pelo menos o Rosário". Em 27/09/84: "Peço às famílias da paróquia que rezem o rosário em família".

No dia 25/06/85 a vidente Marija pergunta a Nossa Senhora o que deseja dizer aos sacerdotes. Ela responde: "Caros filhos, eu os exorto a convidar todos à Oração do Rosário. Com o rosário, vencerão todas as dificuldades que Satanás, neste momento, quer colocar no caminho da Igreja Católica. Vocês todos, Sacerdotes, Rezem o Rosário. Consagrem tempo ao Rosário".

O Papa, no 80º aniversário das aparições em Fátima, disse: "Caríssimos irmãos, rezai o Rosário todos os dias! Peço vivamente aos pastores para rezar o Rosário nas suas comunidades cristãs. Ajudai o povo de Deus a retornar à oração cotidiana do Rosário".

            A Origem da Ave-Maria

         É bom lembrar que, a segunda parte da Ave-Maria ("Santa Maria, Mãe de Deus"), foi introduzida na oração por ocasião da vitória sobre a heresia nestoriana, deflagrada no ano de 429.

         O bispo Nestório, Patriarca de Constantinopla, afirmava ser Maria mãe de Jesus e não Mãe de Deus. O episódio tomou feições tão sérias que culminou no Concílio de Éfeso convocado pelo Papa Celestino I. Sob a presidência de São Cirilo (Patricarca de Alexandria), a heresia foi condenada e Nestório, recusando a aceitar a decisão do conselho, acabou sendo excomungado. (Leia o artigo XVI do livro Oriente para saber mais sobre a heresia nestoriana).

         Conta-se que no dia de encerramento do Concílio, onde os Padres Conciliares exaltaram as virtudes e as prerrogativas especiais da VIRGEM MARIA, o Santo Padre Celestino ajoelhou-se diante da assembléia e saudou Nossa Senhora, dizendo: "SANTA MARIA, MÃE DE DEUS, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém."
         Na continuidade dos anos, esta saudação foi unida àquela que o Arcanjo Gabriel fez a Maria, conforme o Evangelho de Jesus segundo São Lucas 1,26-38 "Ave cheia de graça, o Senhor está contigo!" e também, a outra saudação que Isabel fez a Maria, para auxiliá-la durante os últimos três meses de sua gravidez: "Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre." (Lucas1, 42) Estas três saudações deram origem a AVE MARIA.


         Como surgiu a oração do Santo Rosário


         A oração do Santo Rosário surge aproximadamente no ano 800 à sombra dos mosteiros, como Saltério dos leigos. Dado que os monges rezavam os salmos (150), os leigos, que em sua maioria não sabiam ler, aprenderam a rezar 150 Pai Nossos. Com o passar do tempo, se formaram outros três saltérios com 150 Ave Marias, 150 louvores em honra a Jesus e 150 louvores em honra a Maria.

        Posteriormente fez-se uma combinação dos quatro saltérios, dividindo as 150 Ave Marias em 15 dezenas e colocando um Pai nosso no início de cada uma delas. Em 1500 ficou estabelecido, para cada dezena a meditação de um episódio da vida de Jesus ou Maria, e assim surgiu o Rosário de quinze mistérios.

            Rosa das rosas, Rainha das rainhas.

         A palavra Rosário vem do latim Rosarium, que significa 'Coroa de Rosas'.
        Nossa Senhora é a Rosa Mística (como é invocada na Ladainha Lauretana), e em sua homenagem o nome Rosário, que vem de Rosas. A Virgem Maria revelou a muitas pessoas que cada vez que rezam uma Ave Maria lhe é entregue uma Rosa espiritual, e por cada Rosário completo, lhe é entregue uma Coroa de Rosas.
        A rosa é a rainha das flores, Rosa das rosas, como é a Rainha das rainhas. sendo assim o Rosário a Rosa de todas as devoções e, portanto, a mais importante.

         O Santo Rosário é considerado a oração perfeita porque junto com ele está a majestosa história de nossa salvação. Com o rosário, meditamos os mistérios de gozo, de dor e de glória de Jesus e Maria. É uma oração simples, humilde como Maria. É uma oração que podemos fazer com ela, a Mãe de Deus. Com o Ave Maria a convidamos a rezar por nós. A Virgem sempre nos dá o que pedimos. Ela une sua oração à nossa. Portanto, esta é mais poderosa, porque Maria recebe o que ela pede, Jesus nunca diz não ao que Sua Mãe lhe pede. Em cada uma de suas Aparições, nos convida a rezar o Rosário como uma arma poderosa contra o maligno, para nos trazer a verdadeira paz.