16 de novembro de 2013

FOI CRUCIFICADO, 
MORTO E SEPULTADO
            Em nossa profissão de fé católica proclamamos que Jesus, o Cristo, o Senhor, foi crucificado, morreu e foi sepultado.
        A pena para aqueles que eram condenados à morte, no império romano era a crucificação. Portanto, Jesus foi considerado um criminoso tão mau que merecia a pena máxima, a pena de morte, a morte por crucificação.
        Os condenados à crucificação eram amarrados à cruz. Jesus foi crucificado, pregado com grossos pregos, nas mãos e nos pés. Como já havia sido flagelado, coroado de espinhos e carregado a cruz, três horas depois de ser crucificado, Jesus morreu.
       A morte de Jesus estava prevista nos planos de Deus Pai para o perdão e a salvação da humanidade. Era o preço exigido por Deus Pai para perdoar e salvar a humanidade. Portanto, de um tremendo mal: a morte de Jesus, nasceu um infinito bem: a salvação de todo aquele haveria de crer em Jesus crucificado e ressuscitado, a salvação de todos aqueles que já estão no céu e no purgatório, bem como a salvação de todos os seres humanos que vivem agora e que viverão no futuro, crerão em Jesus e viverão de acordo com seus ensinamentos.
         As dores de Jesus foram “dores de parto”: Enquanto Ele sofria, nós estávamos nascendo para a salvação, para uma vida nova, para a vida eterna. A aparente derrota de Jesus na cruz suscitou a grande vitória sobre o inimigo, sofre o inferno, sobre a própria morte e sobre o pecado. Pela fé em Jesus e em seus ensinamentos, nós somos vencedores contra todas as formas de pecados e de males.
            Os méritos da morte de Jesus entram em nós pela “porta da fé”. Pela fé, cremos que Jesus, que foi crucificado e morreu, é o Filho de Deus, é Deus como o Pai e como o Espírito Santo, é o nosso Salvador, é o Senhor de nossa vida, é o mestre divino que nos revelou todos os segredos de nossa fé. Por causa dessa fé, aceitamos e vivemos os mandamentos e ensinamentos de Jesus, em nossa vida cristã. Por nossa vida de fé, por nossa vida cristã, pela vivência dos sacramentos e pela participação na vida da igreja, nós nos “apropriamos” dos méritos da paixão e morte de Jesus, e com isso nós vivemos como pessoas salvas, já nesta vida, e após a morte receberemos a salvação eterna.
            Jesus morreu por todos. Mas não todos se salvam. A salvação pessoal é um  processo personalizado. Cada um precisa crer em Jesus, aceitá-lo como salvador pessoal, viver de acordo com seus ensinamentos e mandamentos. Portanto, a salvação pessoal é um processo de uma vida toda, a qual, aliás, se inicia no Santo Batismo e se prolonga até a eternidade.
            Jesus foi sepultado. José de Aritmateia, Nicodemos e São João, com a permissão de Pôncio Pilatos, retiraram o corpo de Jesus da cruz, e depois de envolve-lo com aromas e com faixas, como faziam os judeus, depositaram-no num sepulcro novo, escavado no pé na própria rocha do calvário, e que era de propriedade de José de Aritmateia.
            Graças à morte de Jesus, nós temos a esperança de sermos sempre de novo perdoados dos nossos pecados, de podermos viver uma vida cristã verdadeira, e dessa forma sermos aprovados e recebermos a glória celeste que nos foi conquistada por Jesus.       

            

1 Comentários:

Anonymous yanese disse...

Excelente

17 de novembro de 2013 22:34  

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